Test Faild 2: Polícia Civil prende peça chave de quadrilha que frauda concursos públicos

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(Foto: Reprodução)

O delegado responsável pela investigação, Gregório Ribeiro, e a delegada Seccional, Isabela Pessoa, divulgaram no início da tarde desta sexta feira (26), o balanço da Operação Test Faild 2. A ação foi deflagrada na manhã de hoje resultou na prisão de uma peça importante da organização criminosa, responsável por fraudes em concursos públicos. Além disso, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juiz da Segunda Vara Criminal da Comarca de Petrolina.

Segundo Gregório Ribeiro, a operação é uma consequência da investigação iniciada em 2019, quando foi descoberta a tentativa de fraudar o concurso da Guarda Civil de Petrolina. Na ocasião, uma pessoa foi presa usando o documento falso, tentando se passar pelo candidato verdadeiramente inscrito.

Ainda de acordo com o delegado, organização criminosa atuava não apenas na cidade como em outros estados do Brasil. “Conseguimos identificar concursos das PMs de Pernambuco, Bahia, Sergipe, São Paulo e o outro concurso seria o da Guarda Civil de Petrolina. Naquele dia foi deflagrada a primeira fase, que desaguou nas cinco prisões em flagrante. E a continuidade das investigações resultou hoje no cumprimento de nove mandatos de busca e apreensão e uma pessoa presa em flagrante delito pelo crime de falsidade documental”.

A prisão do acusado representa um grande êxito, por se tratar de uma peça fundamental da quadrilha de fraudadores. “Essa seria justamente aquela pessoa que possibilita a existência da organização, falsifica os documentos para que outras pessoas realizem as provas no lugar dos reais candidatos”.

A delegada Isabela Pessoa comemorou o resultado. “A importância da operação é trazer a lisura dos processos públicos, garantindo que aqueles que tem seus sonhos de fazer um concurso público e galgar uma vaga mediante estudos, com lisura, seja de fato garantida. A gente consegue também com essa operação, tirar aquelas pessoas que não merecem estar em determinadas instituições, quer seja por não ter qualificação técnica para entrada, ou, principalmente, por não ter qualificação ética e moral para estar naqueles órgãos”.

(Fonte: PCPE)